Advogado para empresas de iGaming e apostas
Para operadoras, plataformas, provedores de jogos, afiliados e investidores que precisam atuar no mercado regulado brasileiro com segurança e previsibilidade.

Um advogado para empresas de iGaming orienta operadoras, fornecedores, afiliados e investidores no mercado regulado pela Lei 14.790/2023: autorização junto à Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, jogo responsável, prevenção à lavagem de dinheiro, publicidade, proteção de dados e tributação. Procure antes de entrar no mercado, fechar parcerias ou responder à fiscalização.
Um advogado para empresas de iGaming precisa conhecer tanto a regra quanto a operação. Desde a Lei 14.790/2023, apostas de quota fixa e jogos online passaram a ser atividade autorizada e fiscalizada no Brasil, e cada elo da cadeia, da operadora ao afiliado, passou a ter obrigações próprias.
O setor convive com regulamentação detalhada da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, com exigências de governança, certificação de sistemas, jogo responsável, prevenção à lavagem de dinheiro e publicidade, além das regras de autorregulamentação do CONAR e da LGPD. A atualização é constante, e o custo de ficar para trás inclui sanções, bloqueio de canais e perda da autorização.
iGaming e apostas esportivas são uma área de destaque do escritório. Assessoramos operadoras, plataformas, provedores de conteúdo, afiliados e investidores com visão integrada de regulatório, contratos, tributação e contencioso, ligando a norma à rotina de produto, marketing e pagamentos.
Desafios do setor
Autorização e estrutura societária
A operação exige pessoa jurídica constituída no Brasil, requisitos técnicos, financeiros e de integridade e documentação consistente. Falhas no pedido atrasam a entrada no mercado.
Publicidade e afiliados
Campanhas, influenciadores e afiliados precisam seguir restrições de público, advertências e conteúdo, e a operadora pode ser responsabilizada pela comunicação feita em seu nome, inclusive por parceiros.
PLD e jogo responsável
Identificação do apostador, monitoramento de transações e ferramentas de jogo responsável são obrigações contínuas e objeto frequente de fiscalização.
Tributação e contratos internacionais
A tributação específica do setor, os pagamentos a fornecedores estrangeiros e as licenças de plataforma exigem uma estrutura que funcione no Brasil e no exterior.
Como ajudamos
Licenciamento e regulatório
Conduzimos a preparação e o acompanhamento do pedido de autorização e mantemos a operação atualizada diante das novas portarias e exigências da SPA/MF.
Contratos da cadeia de apostas
Redigimos contratos com provedores de jogos, plataformas, meios de pagamento, afiliados e patrocinados, alinhados às obrigações regulatórias de cada parte.
Publicidade, compliance e dados
Revisamos campanhas e programas de afiliados, estruturamos políticas de PLD e jogo responsável e adequamos o tratamento de dados dos apostadores à LGPD.
Defesa administrativa e judicial
Atuamos em processos sancionadores, notificações de órgãos públicos e disputas contratuais do setor, com leitura técnica da regulação.
Áreas envolvidas
Perguntas frequentes
Empresa estrangeira pode operar apostas no Brasil?
Pode, desde que atue por meio de pessoa jurídica constituída segundo a lei brasileira, com sede e administração no país, e obtenha autorização do Ministério da Fazenda, nos termos da Lei 14.790/2023. Na prática, grupos estrangeiros estruturam uma sociedade brasileira e adaptam governança, sistemas e contratos às exigências locais.
Afiliados e influenciadores precisam seguir as regras de publicidade de apostas?
Sim. As regras de publicidade do setor alcançam a comunicação feita por parceiros, e a operadora pode ser responsabilizada pelo que é divulgado em seu nome. Por isso os contratos de afiliados devem prever regras de conteúdo, público e fiscalização.
Quais são as principais obrigações contínuas de uma operadora autorizada?
As principais são jogo responsável, prevenção à lavagem de dinheiro, identificação e proteção do apostador, publicidade responsável, certificação de sistemas e prestação de informações ao regulador. O cumprimento é acompanhado pela fiscalização da SPA/MF, e falhas podem gerar sanções.
Fornecedores de jogos e plataformas também precisam de autorização?
Depende da atividade: a autorização prevista na Lei 14.790/2023 é concedida à operadora, mas sistemas e jogos precisam cumprir requisitos técnicos e de certificação definidos na regulamentação. Os contratos entre fornecedores e operadoras devem refletir essas obrigações, e cada modelo de negócio merece análise individual.
O escritório atua na defesa de operadoras em processos da SPA/MF?
Sim. Atuamos em notificações, processos administrativos sancionadores e disputas envolvendo operadoras e empresas da cadeia de apostas, com estratégia construída a partir da regulação específica do setor.
Sua operação está pronta para a próxima exigência do regulador?
Fale com a equipe de iGaming e receba uma leitura objetiva das prioridades regulatórias, contratuais e de publicidade da sua empresa.