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Advogado para acordo familiar em Recife: combinar antes para proteger depois
Um acordo bem escrito evita que a família precise de um juiz para decidir o que ela mesma poderia combinar. Redigimos com precisão e olhar para o futuro.

Acordos familiares são instrumentos que definem regras sobre bens, filhos e pensão por consenso, como pacto antenupcial, contrato de convivência na união estável e acordos de guarda e alimentos. Procure um advogado antes de casar, ao formalizar uma união, ao mudar o regime de bens ou quando o casal quer resolver uma separação sem litígio.
Procurar um advogado para acordo familiar em Recife é, quase sempre, um gesto de prevenção. Casais que vão se casar, companheiros que querem formalizar a união, famílias com empresa ou patrimônio relevante e ex-casais que preferem negociar a litigar têm em comum a vontade de decidir por conta própria, com regras claras.
A lei oferece vários instrumentos. O pacto antenupcial precisa de escritura pública para valer (CC, art. 1.653). Na união estável, o contrato escrito define o regime de bens (CC, art. 1.725). O regime do casamento pode ser alterado com autorização judicial (CC, art. 1.639, §2º), e o STF decidiu em 2024 (Tema 1.236) que pessoas acima de 70 anos podem afastar a separação obrigatória de bens por escritura pública. Acordos sobre guarda, alimentos e partilha ganham força quando homologados em juízo.
Enxergamos o acordo como um documento que será lido no pior dia da relação. Por isso cada cláusula é escrita para ser entendida sem interpretação criativa, integrada ao planejamento patrimonial e sucessório da família e compatível com os contratos da empresa, quando houver.
Quando procurar um advogado
Casamento ou união à vista com patrimônio desigual
Um dos dois tem empresa, imóveis, herança esperada ou renda muito diferente, e o casal quer definir desde já o que será comum.
União estável sem nenhum documento
O casal vive junto e nunca registrou a data de início nem o regime de bens, o que abre espaço para disputa futura.
Sócios casados em empresa familiar
O casamento ou a separação de um sócio pode afetar as quotas, e o contrato social não prevê o que acontece nesse cenário.
Separação em que ainda há diálogo
O casal quer encerrar a relação sem ir a juízo e precisa de ajuda para transformar a conversa em um acordo completo e executável.
O que acontece quando se deixa para depois
- Sem pacto ou contrato, vale o regime legal da comunhão parcial, que pode não refletir o que o casal queria para o patrimônio.
- Acordos feitos só de palavra ou a partir de modelos prontos costumam ter lacunas, e cada lacuna pode virar um processo.
- União estável sem prova da data de início complica a partilha, a sucessão e até o acesso a benefícios previdenciários.
- Um acordo informal sobre guarda ou pensão, sem homologação nem assinatura dos advogados, pode não ter força para ser cobrado quando é descumprido.
Como conduzimos
Entendimento dos objetivos
Conversamos com o casal ou com a família para entender patrimônio, empresas, filhos e o que cada um quer proteger, com transparência sobre quem representamos.
Escolha do instrumento
Indicamos o instrumento adequado: pacto antenupcial, contrato de convivência, alteração de regime, acordo de divórcio, plano de convivência ou acordo de alimentos.
Redação e revisão
Redigimos cláusulas claras sobre regime de bens, administração do patrimônio, participações societárias e responsabilidades com os filhos, e revisamos com todos os envolvidos.
Mediação quando necessário
Se houver pontos sensíveis, conduzimos a negociação ou indicamos mediação, prevista no CPC (arts. 694 a 699) e na Lei 13.140/2015, para chegar ao consenso.
Formalização e registro
Acompanhamos a escritura em cartório, a homologação judicial e os registros necessários, e revisitamos o acordo quando a vida muda.
O que você recebe
- Diagnóstico patrimonial e familiar que orienta a escolha do instrumento
- Minuta de pacto antenupcial, contrato de convivência ou acordo, com cláusulas comentadas
- Encaminhamento para escritura pública ou para homologação judicial
- Ajustes no contrato social ou no acordo de sócios, quando o acordo afeta a empresa
- Roteiro de revisão do acordo diante de mudanças relevantes na família

Por que o escritório
Redação pensada para o conflito
Cada cláusula é testada contra um cenário de desentendimento, o que reduz a margem para disputa.
Integração com empresa e sucessão
O acordo conversa com o contrato social, o acordo de sócios e o planejamento sucessório, para que nenhum documento contradiga o outro.
Clareza sobre quem representamos
Em acordos entre duas pessoas, deixamos claro desde o início quem é nosso cliente e recomendamos que a outra parte tenha advogado próprio, o que dá mais segurança ao que for assinado.
Situação ilustrativa
Cenário hipotético, apenas ilustrativo. Um casal vai se casar e ela é sócia de uma empresa familiar fundada pelos pais. A família teme que um divórcio futuro traga para dentro da empresa uma disputa sobre o valor das quotas. O casal procura orientação antes do casamento. O trabalho reúne o contrato social, discute com os dois o regime de bens mais adequado e redige um pacto antenupcial alinhado a uma cláusula do contrato social sobre o destino das quotas. O noivo é orientado a ter advogado próprio. Não há resultado garantido: cada família pede uma solução própria.
Cenário hipotético, apresentado só para ilustrar o método. Cada caso depende dos seus fatos.Perguntas frequentes
O que é um pacto antenupcial e como fazer?
Pacto antenupcial é o contrato em que os noivos escolhem o regime de bens e outras regras patrimoniais do casamento. Ele é feito por escritura pública em cartório de notas, antes do casamento, e só produz efeitos se o casamento se realizar (CC, arts. 1.653 a 1.657). Para valer contra terceiros, precisa ser registrado no Registro de Imóveis do domicílio do casal.
Quando procurar um advogado para acordo familiar em Recife?
Antes de casar ou formalizar uma união estável, ao mudar o regime de bens, quando há empresa na família ou quando um casal quer se separar por consenso. Nesses momentos o acordo ainda pode ser construído com calma, e não sob a pressão de um conflito.
Contrato de união estável precisa ser feito em cartório?
Não necessariamente. O art. 1.725 do Código Civil exige contrato escrito para afastar a comunhão parcial, o que pode ser feito por instrumento particular ou por escritura pública. A escritura dá mais segurança sobre data e conteúdo, e é exigida para afastar a separação obrigatória de bens de pessoas acima de 70 anos, conforme o STF.
É possível mudar o regime de bens depois de casado?
Sim, com autorização judicial, a pedido de ambos os cônjuges, com motivação e ressalvados os direitos de terceiros (CC, art. 1.639, §2º, e CPC, art. 734). O pedido exige análise de dívidas e credores, para afastar suspeita de fraude.
Acordo feito entre o casal tem validade sem juiz?
Depende do tema. Pacto antenupcial e contrato de convivência valem na forma exigida pela lei. Acordos que envolvem filhos menores, como guarda e alimentos, devem ser homologados em juízo com participação do Ministério Público, e a homologação também dá força executiva ao que foi combinado.
Como funciona a mediação familiar?
A mediação familiar é uma conversa conduzida por um mediador imparcial, que ajuda o casal ou a família a construir o próprio acordo. O CPC incentiva a solução consensual nas ações de família (arts. 694 a 699), e a Lei 13.140/2015 regula a mediação. Cada parte pode ser acompanhada por seu advogado, que cuida da redação e da validade do acordo.
Quer deixar as regras da sua família escritas com segurança?
Agende uma conversa reservada. Indicamos o instrumento adequado e o que é preciso para formalizá-lo.